quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Carros do passado continuam vivos na memória dos aficionados.


Carros do passado continuam vivos na memória dos aficionados. Ainda hoje é possível encontrá-los passeando nas ruas. Veja alguns modelos que fascinaram décadas


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Os carros de hoje são modernos, recheados de acessórios tecnológicos e até “falam” com o motorista. Apesar da indústria automotiva ter evoluído, há quem admire e tenha fascinação por carros antigos. Qual é o segredo?

Não existe fórmula. “É simples: os carros antigos possuem um saudosismo que os novos não trazem. Eles despertam curiosidade em qualquer geração”, destacou o colecionador de automóveis Egídio Pelúcio. Ele recorda dos tempos em que os veículos saíam das fábricas em duas cores. “A estamparia era diferente. O design também. Os modelos mais antigos se perpetuam até hoje”, considera.

Antes, o carro possuía uma relação direta com a família. Passavam-se anos de uso. E as brigas para saber qual dos irmãos ficaria na janela, sentindo o “ventinho” no rosto? “A família tinha apenas um carro para ir ao sítio, à praia ou alguma festa. Hoje escolhem o automóvel para sair e se troca de modelo a cada três anos”. Mesmo assim, os “tempos modernos” não abalam o charme e as linhas dos velhos senhores de quatro rodas. Afinal, vez ou outra é possível encontra-los nas ruas. E eles continuam na cabeça dos aficionados por carros. Veja alguns modelos que fascinaram décadas. (Átila Varela)

Maverick
Também conhecido como “Maveco”, é dos automóveis que se perpetua como lenda do asfalto. Era dotado, inicialmente, de motor 6 cilindros (2.8 litros e 3.3 litros). A Ford, montadora do automóvel, lançou a versão 8 cilindros de 302 polegadas cúbicas. No Brasil, chegou a rodar com o motor 4 cilindros 2.3 OHC - Overhead Camshaft), dispostos em linha, que dava ao carro uma velocidade máxima de 155 km/h. O consumo médio de combustível era de 9,1 litros de gasolina

Jeep Willys
Nascido para o combate, em especial para os soldados norte-americanos durante a Segunda Guerra Mundial , tinha em seu projeto a ideia de um veículo 4x4 que lutasse em qualquer terreno. Em 1951, o automóvel recebeu nova motorização, o conhecido Hurricane de 75 cavalos de potência e caiu no gosto de quem precisava utilizar o carro em fazendas ou atividades relacionadas à agricultura. Os modelos de destaque foram o CJ3A e o CJ5. 

Gurgel
Carro genuinamente brasileiro, foi concebido pelas mãos do engenheiro João Augusto do Amaral Gurgel. Aliava o gosto por terrenos acidentados com o motor Volkswagen. Um dos trunfos do carro nacional era o sistema de freio traseiro que, quando ativado, brecava uma das rodas, isso nos modelos Ipanema e Enseada. A alternativa era válida para sair de atoleiros. E deixava o carro mais leve
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fonte: opovo.com

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